O nome é inspirado na árvore Mulungú, muito resistente, que se espalhou por todo o Brasil, conhecida por se adaptar a diversos climas e intempéries. A escolha vem da alusão desta árvore com a produção cultural de modo geral, suas condições atuais, seus trabalhadores e à adaptação e resistência diante das realidades e demandas do setor artístico-cultural no Brasil.
O Mulungú Cultural nasceu do sucesso de sua primeira ação do o Festival Mulungú, evento de artes integradas que aconteceu em agosto de 2019 de forma totalmente independente, idealizado por Dara Roberto e Gabriel Alves, juntamente a jovens da zona norte de São Paulo que se uniram em prol da promoção dos fazeres artísticos e culturais daquela região.
O Festival de artes integradas promove a visibilidade e o fortalecimento de artistas, proporcionando um espaço de interação e troca entre diferentes linguagens artísticas, como música, poesia, dança, artes cênicas, audiovisual, artes visuais e plásticas, além de abordar a economia da cultura.
Após a primeira edição realizada de forma autônoma através de uma campanha de captação direta, reconhecendo o potencial do projeto, Dara Roberto de Gabriel Alves, decidiram expandir a atuação do então Festival Mulungú para novas frentes, considerando principalmente a realização de um ciclo formativo, assim desenvolveram um novo projeto que contemplava: a realização de oficinas introdutórias dentro das linguagens artísticas que compõe o Festival; o Mulungú Livecast, que é a série de troca de ideias sobre temas artísticos, culturais, sociais e políticos relevantes à nós e à sociedade; Intervenções Urbanas, como forma de intervir e interagir com o meio, com o espaço público, gerando reflexão crítica na população territórios e comunidades em que estamos inseridos; e por fim o produto cultural de onde tudo isso descende, o Festival Mulungú.
Diante dessa reformulação, submetemos este projeto para a 17ª Edição do VAI I – Programa de Valorização de Iniciativas Culturais da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo e fomos contemplados com nota máxima, projeto executado entre 2020 e 2021. Neste último ano foi quando decidimos mudar o nome para Mulungú Cultural, tornando-se a partir daí um grupo de difusão artístico-cultural.
Apesar da grande alegria da aprovação em edital, este foi o ano em que fomos acometidos pela pandemia de Covid-19, portanto todas nossas atividades tiveram que ser adaptadas para o formato online, inclusive a 2ª Edição do Festival.
Foi um período difícil, intenso, mas após a execução do projeto para a 17ª Edição do VAI I – Programa de Valorização de Iniciativas Culturais da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, submetemos a proposta do Mulungú Cultural para 7ª Edição da Lei de Fomento à Cultura das Periferias, também da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Fomos aprovados para execução do projeto com as ações e produtos culturais supracitados e um acréscimo, o Brota & Convoca, que são ativações musicais de diferentes gêneros, no formato de pocket show, a fim de conectar o grupo com as comunidades e território em que estamos inseridos, além de proporcionar a ativação da marca Mulungú Cultural em nossas ações.
O fato de sermos aprovados nestes dois editais, foi um passo muito importante e significativo para nós, pois possibilitou a melhoria de nossas ações, maior alcance e proposição, compra de equipamentos e garantia do profissionalismo que trazemos conosco desde a primeira edição do Festival Mulungú. Além disso, evidencia a importância da existência das políticas públicas culturais e da distribuição e descentralização dos recursos.
O Mulungú Cultural coloca em destaque o protagonismo das juventudes, a difusão cultural e o fortalecimento das expressões artístico-culturais das comunidades em que estamos inseridos, especialmente na cidade de São Paulo.
Nossa missão é fomentar a diversidade cultural, promover a valorização dos artistas, produtores, dos fazeres artístico-culturais e socioculturais, contribuir para o desenvolvimento sustentável da cultura e geração de renda e impacto positivo em nosso território e onde mais pudermos nos inserir.
Através de eventos, exposições, Mulungú Oficinas, Mulungú LiveCast, Intervenções Urbanas, Brota & Convoca, feiras e parcerias, buscamos criar um ambiente de intercâmbio e colaboração, onde artistas, produtores, trabalhadores da cultura, comunidade e público possam se conectar, se inspirar, criar e se desenvolver conjuntamente.
Seja bem-vindo e faça parte dessa comunidade de produtores, criadores e trabalhadores do setor artístico-cultural
Dara Roberto é uma das idealizadoras do Festival Mulungú, que veio a se tornar o Mulungú Cultural. Está desde a concepção do projeto piloto à estruturação do Festival e reformulação para o Mulungú Cultural. Contribuiu para a ampliação das ações e possibilitou, junto a outros membros, a inserção em editais que garantiram a manutenção e progressão do projeto. Como Coordenadora Geral, é responsável pela concepção e desenvolvimento do projeto, curadoria, produção executiva e criativa, pela equipe e pelas relações internas e externas do Mulungú Cultural.
Dara Roberto é Produtora Cultural, Bacharela em Lazer e Turismo pela USP, entusiasta das políticas públicas, pesquisadora e pensadora do setor cultural empiricamente e através de cursos livres que permeiam as áreas da gestão e produção cultural.
Dara Roberto é uma das idealizadoras do Festival Mulungú, que veio a se tornar o Mulungú Cultural. Está desde a concepção do projeto piloto à estruturação do Festival e reformulação para o Mulungú Cultural. Contribuiu para a ampliação das ações e possibilitou, junto a outros membros, a inserção em editais que garantiram a manutenção e progressão do projeto. Como Coordenadora Geral, é responsável pela concepção e desenvolvimento do projeto, curadoria, produção executiva e criativa, pela equipe e pelas relações internas e externas do Mulungú Cultural.
Dara Roberto é Produtora Cultural, Bacharela em Lazer e Turismo pela USP, entusiasta das políticas públicas, pesquisadora e pensadora do setor cultural empiricamente e através de cursos livres que permeiam as áreas da gestão e produção cultural.
Gabriel Alves é um dos idealizadores do Festival Mulungú, que se tornou o Mulungú Cultural. Sua contribuição criativa e habilidades de articulação têm sido fundamentais para o projeto.
Como Coordenador de Comunicação, é responsável pelo planejamento de comunicação do projeto, incluindo a comunicação visual, o contato com o público, o gerenciamento de conteúdo e as redes sociais do Mulungú Cultural.
Gabriel é produtor cultural e consultor de marketing, com formação em Publicidade e Propaganda pela FMU. Além disso, possui especialização em Marketing Político pela PUC SP e um MBA em marketing digital pela Anhembi Morumbi.
Gabriel Alves é um dos idealizadores do Festival Mulungú, que se tornou o Mulungú Cultural. Sua contribuição criativa e habilidades de articulação têm sido fundamentais para o projeto.
Como Coordenador de Comunicação, é responsável pelo planejamento de comunicação do projeto, incluindo a comunicação visual, o contato com o público, o gerenciamento de conteúdo e as redes sociais do Mulungú Cultural.
Gabriel é produtor cultural e consultor de marketing, com formação em Publicidade e Propaganda pela FMU. Além disso, possui especialização em Marketing Político pela PUC SP e um MBA em marketing digital pela Anhembi Morumbi.
Pedro Augusto se aproximou do Mulungú Cultural em 2021, em meio ao desenvolvimento e execução do Festival Mulungú para a 17ª Edição do Programa VAI. Naquele momento, Pedro atuou como Assistente de Produção, mas pelo seu comprometimento, profissionalismo humano e conexão com o setor sociocultural, vimos que era alguém que precisava ficar ao nosso lado. Pedro é Coordenador de Responsabilidade e Impacto Social, área muito importante para nós, a fim de garantir a realização de ações conectadas com o território, que sejam de fato propositivas, coerentes, eficazes e que possibilitem a transformação social/sociocultural do nosso entorno.
Pedro é formado em Serviço Social pela FMU e sempre compreendeu a Arte e a Cultura como ferramenta de transformação da realidade social. Concluiu o Bacharelado em Serviço Social com a pesquisa “O movimento Hip Hop e o enfrentamento do genocídio da população Negra”.
Pedro Augusto se aproximou do Mulungú Cultural em 2021, em meio ao desenvolvimento e execução do Festival Mulungú para a 17ª Edição do Programa VAI. Naquele momento, Pedro atuou como Assistente de Produção, mas pelo seu comprometimento, profissionalismo humano e conexão com o setor sociocultural, vimos que era alguém que precisava ficar ao nosso lado. Pedro é Coordenador de Responsabilidade e Impacto Social, área muito importante para nós, a fim de garantir a realização de ações conectadas com o território, que sejam de fato propositivas, coerentes, eficazes e que possibilitem a transformação social/sociocultural do nosso entorno.
Pedro é formado em Serviço Social pela FMU e sempre compreendeu a Arte e a Cultura como ferramenta de transformação da realidade social. Concluiu o Bacharelado em Serviço Social com a pesquisa “O movimento Hip Hop e o enfrentamento do genocídio da população Negra”.
Ananda é muito proativa, disposta, envolvida com movimentos culturais e produtora do Mulungú Cultural.
Nanda é responsável pela produção do projeto, aquela área que faz tudo acontecer. Atua em conexão direta com a coordenação geral do projeto e demais equipes, conduz e organiza os processos de pré e pós-produção, produção de campo, contatos externos e auxilia nos processos administrativos também.
Ananda Vieira é Produtora, Articuladora Cultural e amante da dança. Graduada no curso de Lazer e Turismo pela EACH – USP, iniciou sua trajetória na cultura como membro de um grupo de danças urbanas na Fábrica de Cultura Parque Belém de 2013 a 2015.
Além disso, no segundo semestre de 2022 fez parte da produção da formação online em produção cultural para mulheres de todo o Brasil, no Programa Somos Muitas.
Ananda é muito proativa, disposta, envolvida com movimentos culturais e produtora do Mulungú Cultural.
Nanda é responsável pela produção do projeto, aquela área que faz tudo acontecer. Atua em conexão direta com a coordenação geral do projeto e demais equipes, conduz e organiza os processos de pré e pós-produção, produção de campo, contatos externos e auxilia nos processos administrativos também.
Ananda Vieira é Produtora, Articuladora Cultural e amante da dança. Graduada no curso de Lazer e Turismo pela EACH – USP, iniciou sua trajetória na cultura como membro de um grupo de danças urbanas na Fábrica de Cultura Parque Belém de 2013 a 2015.
Além disso, no segundo semestre de 2022 fez parte da produção da formação online em produção cultural para mulheres de todo o Brasil, no Programa Somos Muitas.
Victor Brum, também conhecido como Brum, é um multiprofissional que atua em diversos segmentos técnicos e artísticos. Com formação em Produção Musical, ele traz sua expertise como Técnico de Áudio para o Mulungú Cultural, elevando a qualidade dos materiais audiovisuais.
Victor possui ampla experiência como produtor cultural, tendo participado de projetos como o Festival Fica em Casarão e o Coletivo Estética Urbana.
Além disso, ele é o fundador da produtora Ruído Roxo, buscando fortalecer a cultura por meio de parcerias e mobilizações na cidade de São Paulo. Sua contribuição é essencial para o sucesso do Mulungú Cultural.
Victor Brum, também conhecido como Brum, é um multiprofissional que atua em diversos segmentos técnicos e artísticos. Com formação em Produção Musical, ele traz sua expertise como Produtor Audiovisual para o Mulungú Cultural, elevando a qualidade dos materiais audiovisuais.
Victor possui ampla experiência como produtor cultural, tendo participado de projetos como o Festival Fica em Casarão e o Coletivo Estética Urbana.
Além disso, ele é o fundador da produtora Ruído Roxo, buscando fortalecer a cultura por meio de parcerias e mobilizações na cidade de São Paulo. Sua contribuição é essencial para o sucesso do Mulungú Cultural.
Alexandre, também conhecido como Alê, é um profissional multifacetado e cheio de energia positiva.
É responsável pela captação e produção audiovisual, trazendo sua criatividade para transmitir a visão do Mulungú Cultural.
Alê é produtor audiovisual, fotógrafo, percussionista e articulador cultural. Seus estudos em percussão e audiovisual o ajudaram a colaborar em projetos como o “Festival Fica em Casarão” e “Memórias Casarão”, onde preservou memórias e criou um acervo digital da Casa de Cultura da Vila Guilherme. Sua contribuição apoia a área técnica e audiovisual do Mulungú Cultural.
Alexandre, também conhecido como Alê, é um profissional multifacetado e cheio de energia positiva.
É responsável pela captação e produção audiovisual, trazendo sua criatividade para transmitir a visão do Mulungú Cultural.
Alê é produtor audiovisual, fotógrafo, percussionista e articulador cultural. Seus estudos em percussão e audiovisual o ajudaram a colaborar em projetos como o “Festival Fica em Casarão” e “Memórias Casarão”, onde preservou memórias e criou um acervo digital da Casa de Cultura da Vila Guilherme. Sua contribuição apoia a área técnica e audiovisual do Mulungú Cultural.